Doula – Atendimento Amoroso à Gestante

Marina conduz visualização para Paula, no Alegrias de Quintal

A doula é uma profissional que apóia emocional e fisicamente a gestante e seu/sua companheiro/a durante o trabalho de parto e parto, dando tranquilidade, criando um ambiente favorável, com seu toque e massagem, lembrando de descansar, beber líquidos, recomendando banhos e posições favoráveis, para que a mulher tenha um parto o mais natural e pleno possível.

A gestante deve escolher com liberdade o local onde se sente mais à vontade e em segurança para ter seu bebê, e a doula acompanha-a, quer seja na maternidade, em casa de parto ou na própria casa.

Já durante a gestação o casal deve escolher sua doula, alguém com quem tenha afinidade, e o vínculo vai se estabelecer em encontros durante a gestação. Estes encontros dão a oportunidade de a gestante olhar para seus medos e seus desejos com relação ao parto e sua nova condição de mãe (ou de mãe de novo).

A doula pode explicar como funciona o corpo, como costuma ser o atendimento ao parto pelas equipes médicas – com quem ela colabora durante o parto -, quando é seguro o parto natural e quando são necessárias intervenções para cuidar da saúde da mãe e do bebê.

O bebê e sua família merecem um ambiente de respeito e amorosidade neste momento tão sagrado que é o nascimento!

Você está grávida?

Consulte uma doula!

Mais informações: marina@alegriasdequintal.com.br

 

Marina, Paula e Francisco na barriga!

Valor Consciente

A partir de agora o Alegrias de Quintal vai cobrar um Valor Consciente pelos encontros dos grupos de mães e grupos de gestantes. O Valor pago por encontro/ por mês está aberto ao que cada mãe ou gestante puder, quiser e achar que vale.
Há um valor sugerido de R$50,00 por encontro, mas o dinheiro/cheque será depositado em uma caixa e só saberemos quem deu quanto se for cheque.
Assim, a partir de julho o valor será decidido por vocês!
Quem quiser conhecer um dos grupos, agende sua participação gratuita em um encontro pelo e-mail: marina@alegriasdequintal.com.br
Até breve!

Ser Mãe em São Paulo

Marina, Reila com Maria no colo, o Prefeito Haddad e Rosângela no Anhangabaú

Nos dias 10 a 12 de maio a Prefeitura de São Paulo promoveu um encontro no Anhangabaú com atividades diversas em torno do tema “Ser Mãe em São Paulo”, com a presença da Primeira Dama Ana Estela Haddad, de várias secretarias  municipais e da Sup-prefeitura da Sé.

 

Marina – Alegrias de Quintal, e Rosângela – Sampasling em frente à Tenda Materna

 

Alegrias de Quintal na programação da Tenda Materna, no Anhangaba

O Alegrias de Quintal participou e ajudou na produção da “Tenda Materna”, um espaço que contou com a Dança Materna, – com Tatiana Tardioli, a Slingada, – com Rosângela Alves, a Oficina Sensorial – com o pediatra Cacá, uma roda de conversa de amamentação – com a Fabíola Cassab da Matrice,  a Oficina Sonoro Musical – com a Gabriela Pelosi, além da Roda de Mães e Gestantes do Alegrias de Quintal – com Marina Farkas Bitelman.

 

 

Além desta tenda, havia outras e um espaço para diálogo aberto com o público, em que além de temas tratados com a coordenação de Ana Estela Haddad, o tema da Violência Obstétrica, da necessidade de mais casas de parto, e de uma maior humanização do parto e nascimento na cidade de São Paulo foram levados pela Reila Miranda, coordenadora da Casa da Borboleta, primeiro espaço de apoio a Maternidade/ Paternidade Ativa na Zona Leste de São Paulo.

Sendo o primeiro evento deste tipo e contando com orçamento enxuto, ainda há muito que pode ser melhorado para a próxima edição, mas é um evento que possibilita o encontro de mães conversandos sobre sua situação, o que é sempre muito importante.

A Viradinha Cultural é uma ótima idéia!

Clarissa, Emy e Marina com seus filhos na Viradinha no Parque da Luz

 

 

A Virada Cultural é um barato, um jeito de juntar cultura com um uso todo especial do espaço público, gratuito, com artistas maravilhosos e bastante público, fazendo de cada evento uma festa.

A Viradinha traz atrações voltadas a um público infantil, de boa qualidade e muitas que os pais também curtem. O palco da Estação da Luz, na rua entre a estação e o Parque da Luz, estava animado, e os encontros de pais e crianças estava uma delícia!

Pais & Filhos entrevista Marina Farkas Bitelman

por LARISSA PURVINNI, mãe de Carol, Duda e Babi, e MARIANA SETUBAL, filha de Cidinha e Paulo


Há três anos, Marina decidiu formar grupos de mães em sua própria casa, para discussões sobre filhos, parto, amamentação ou qualquer assunto. Participamos de um deles: no jardim, ao som de passarinhos e tomando um chá, enquanto as crianças brincavam em volta.

> Como você decidiu criar grupos de mães?
Quando tivemos nossa primeira filha, a Sofia, em 2005, eu participei de um grupo de mães e bebês. Percebi o quanto era importante ter esse momento na semana, para trocar ideia, apoiar, bater papo de uma forma descompromissada. Por mais que o marido seja um superpai, presente e parceiro, é diferente. O homem tem outra visão sobre o que é cuidar dos filhos. Estar com outras mulheres deixa as coisas mais fáceis. As culpas, os medos, as preocupações se tornam relativas.

> Quando você abriu os grupos na sua casa?
Fiquei com esse desejo no coração. Depois, a Sofia veio a falecer. Foi todo um processo de luto, de aceitarmos que ela não estava mais conosco, de continuar o casamento e seguir a vida. Aos poucos, eu fui questionando aquilo com que eu trabalhava e foi crescendo essa vontade de trabalhar com grupos de mulheres. Em 2010, fiz um curso de educadora perinatal no GAMA e, em junho, os primeiros grupos do Alegrias de Quintal começaram a se formar.
> Quantos grupos são hoje?
Tem três grupos acontecendo. Dois de mães e bebês e um de gestante com yoga. Tem uma pessoa que dá a parte de yoga e de preparação corporal e emocional para o parto junto, comigo, a Luciana Carvalho. No grupo de mães, as mulheres compartilham o que estão passando, vivendo e sentindo. Não pode ter julgamento. A função do grupo não é dizer o que é certo e o que é errado. A ideia é que a pessoa possa conhecer visões diferentes e fazer suas escolhas de forma consciente.

> Qual a dinâmica dos encontros?
São duas horas por encontro. Esse tempo está dividido entre o momento da conversa mais solta e o momento de compartilhar, em que cada pessoa fala sem ser interrompida – pode ser sobre maternidade, mas também outros assuntos como a relação com o marido, o trabalho, a sogra. A reunião não tem um tema. Cada semana tem uma coisa que está viva para as participantes e é mais importante de ser conversada. Eu trago informação para reflexão e discussão, mas o compartilhamento “livre” é muito rico.
> Você é doula e defende o parto natural, como isso é discutido nos grupos?
Essa é minha opinião pessoal. Nos grupos, apoio cada mulher em suas próprias escolhas, com informação e reflexão. O ideal é que a mulher tenha a ideia dos prós e contras de cada uma das escolhas que ela faz, tanto durante a gravidez como no parto. Mesmo que ela escolha tomar anestesia, ela está consciente do que isso significa para ela e para o bebê. Do meu ponto de vista, o parto natural, que é aquele sem nenhuma intervenção médica, é o melhor, quando é possível. Às vezes, claro, precisa de alguma intervenção para que o parto aconteça rápido e o bebê não sofra. Porém, hoje em dia, muitos médicos dizem que o bebê está cansado para induzir cesárea e muitas vezes ela não é necessária.

> Como foram os seus partos?
O nascimento da minha primeira filha foi uma cesárea e eu acho que talvez não tenha sido tão necessária. Hoje, com esse conhecimento que eu tenho, teria tentado um pouco mais, fazendo outras coisas. Em vez de ficar deitada, eu andaria um pouco mais; talvez eu não tivesse ido tão rapidamente para o hospital; eu teria uma doula. No segundo parto, eu mudei de equipe, mudei de médico e acabei precisando de intervenções. Isso me deixou um pouco frustrada. Eu acho que tem uma coisa de idealização.

> Quais intervenções você usou?
A gente estava caminhando para o parto natural, mas a bolsa estourou e o trabalho de parto não evoluía. Aí eu precisei usar oxitocina, fiquei muitas horas andando no corredor e o trabalho de parto não evoluía muito. Depois de 12 horas, continuava com apenas 1 cm de dilatação, o que pra mim foi frustrante. Fui ficando bastante desanimada. A idealização do parto natural acabou passando longe – quando tem uma intervenção a gente já chama de parto normal. Para melhorar o meu astral, a obstetra sugeriu que eu falasse o que estava me incomodando. “Vamos bater o pé no chão e reclamar de tudo ruim”. E aí a gente foi fazendo isso, fui aos poucos andando e mexendo o corpo de um outro jeito. Então pedi para o meu marido colocar músicas do Gilberto Gil, comecei a dançar e isso melhorou o meu humor. Então eu me senti pronta para o que viesse. Podia aumentar a quantidade de oxitocina, se não resolvesse eu ia tomar anestesia e se não resolvesse eu ia para a cesárea. Tomei anestesia, mas foi um parto normal e lindo!
> Todas no grupo fizeram parto normal?
Algumas tiveram experiência anterior de cesárea, como eu, e agora estão buscando uma nova experiência. E, para algumas, é a primeira vez, mas querem se preparar para ter o parto mais natural possível. As que tiveram cesárea foi porque foi necessário. Os obstetras humanizados – aqueles que buscam o parto mais natural possível – utilizam a cesárea somente quando há indicação real para ela.

> Às vezes a criança já tem meses ou anos e a mãe ainda está pensando no parto. Você não acha que tem um apego exagerado?
Sim, às vezes há um apego exagerado, mas o parto pode ser uma experiência muito marcante na vida da mulher, principalmente se ela for a protagonista, se tudo ocorrer no tempo dela e do bebê. O nascimento é muito importante e a experiência vivida é parte da história daquela mulher, teve algum sentido de acontecer assim, eu acredito.
> Mas o filho não vai lembrar do nascimento.
Acho que a gente não lembra conscientemente, mas guardamos memórias de outras formas, corporal e em outros níveis de consciência.

> Como você nasceu?
Cesárea. Eu até fico pensando se tem alguma coisa a ver, eu ter nascido de cesárea e o meu corpo não entrar em trabalho de parto. Mas eu acho que sim, tem uma valorização perigosa do parto, mas depois as pessoas acabam entrando na relação com o filho.

> A sua primeira filha faleceu muito cedo. Como foi isso?
Quando a Sofia tinha um ano e 7 meses, teve esse super susto. É uma tristeza. Mas ela veio e era o tempo dela, curtimos muito, ela era muito querida. Quando ela estava com a gente, o sonho era logo ter outro bebê, mas com a passagem dela a gente acabou deixando isso para depois. Até porque a gente acredita que não é uma coisa de um bebê substituir o outro. Ela é uma pessoa única e muito importante na nossa vida.

> Você esperou alguns anos para ter o Daniel. Foi importante esse tempo?
Teve a parte de viver o luto, mas também teve uma coisa minha. Depois da primeira gravidez, eu tive uma tristeza materna bem leve, não foi uma depressão pós-parto, mas eu fiquei muito assustada. Para mim, foi um tanto pesado, eu achava que tinha que ser a mãe ideal e isso era impossível. Essa era uma das coisas que eu estava com receio e fez com que eu demorasse a engravidar: medo de viver as dificuldades que eu vivi e de afastamento do meu marido. O dia fica tão cansativo que você chega à noite e no pouquinho de tempo que sobra, tem que falar de tarefas.

> Você tem babá?
Uma empregada que é babá ao mesmo tempo. Eu acho mais legal do que ter uma que é só babá. Ele vê que ela não está só a serviço dele.

> O fotógrafo Thomas Farkas era o seu avô?
Sim, tenho muito orgulho dele.

> Vocês tinham um relacionamento próximo?
Ele era uma pessoa um pouco distante, mais formal. No fim da vida eu comecei a perceber que ele gostava muito de carinho. Ele tinha um lado espiritual também e eu percebi isso na passagem da Sofia. A partir de então nós nos aproximamos muito.

 

Pergunta Pais & Filhos
A infância passa rápido. Como fazer para aproveitar?
Eu acho que é estando presente o máximo possível em cada momento que estamos disponíveis. A gente tem que trabalhar, fazer outras coisas, mas quando a gente está junto é importante se fazer presente no sentido de não ficar pensando em outras coisas. Prestar atenção naquele momento, acompanhar o ritmo e a necessidade da criança. É mágico quando nos relacionamos assim! Às vezes a gente quer fazer mil programas com a criança e não está pensando no que o filho quer ou gosta de fazer.

Família é tudo. Você concorda?
Eu não sei se é tudo, mas é uma parte muito importante. A gente tem que ter um espaço nosso dentro e fora da família. Não pode se anular pela família, isso inclui o lado pessoal
e profissional, fazer o seu programa, esporte, se cuidar. Estou falando em relação ao marido e aos filhos e também aos pais e irmãos. Família é muito importante, mas a gente tem que ter um espaço nosso. Se a gente não cuida da gente mesmo, a gente não está disponível para os outros.

Fevereiro de 2013

http://revistapaisefilhos.uol.com.br/revista/edicoes/marina-bitelman

Abaixo-assinado pelo direito da Gestante ser acompanhada por uma doula durante o trabalho de parto, parto e pós parto em qualquer hospital brasileiro

Para: Sra Presidente da República Federativa do Brasil, Srs Deputados Federais, Sr Ministro da Saúde

Mulheres e Homens em frente ao Hospital Santa Joana
Foto: Marina Farkas Bitelman

 

Vimos por meio deste abaixo assinado, solicitar ao Sr. Ministro da Saúde a criaçao de uma lei, que dá o direito às gestantes de contarem com a presença de uma Doula durante todo o trabalho de parto, parto e pós parto. 

As doulas atualmente são impedidas de acompanhar as gestantes na maioria dos hospitais públicos e privados deste país. Vários hospitais no Brasil – públicos e privados – obrigam a gestante a escolher entre seu marido ou a doula.

Klaus e Kennel publicaram em 1993 em “Mothering the mother“ um estudo onde apontaram os resultados globais da presença da doula no trabalho de parto e parto:

• Redução de 50% nos índices de cesárias

• Redução de 25% na duração do trabalho de parto

• Redução de 60% nos pedidos de analgesia peridural

• Redução de 30% no uso de analgesia peridural

• Redução de 40% no uso de ocitocina

• Redução de 40% no uso de fórceps

Outros estudos também mostram claramente que a presença da doula no pré-parto e parto trazem benefícios de ordem emocional e psicológica para mãe e bebê, incluindo resultados positivos nas 4ª a 8ª semanas após o parto:

• Aumento no sucesso da amamentação

• Interação satisfatória entre mãe e bebê

• Satisfação com a experiência do parto

• Redução da incidência de depressão pós-parto

• Diminuição nos estados de ansiedade e baixa auto-estima

As revisões da literatura científica elaboradas pelo notório grupo científico da Cochrane Collaboration’s Pregnancy and childbirth Group inclui e valida diversos estudos abrangendo uma grande diversidade cultural, econômica e com diferentes formas de assistência. Confirma claramente que a presença da doula no suporte intra-parto contribui para a melhora nos resultados obstétricos, diminui as taxas das diversas intervenções e promove a saúde psico-afetiva da mãe e do vínculo mãe-bebê. 

O mesmo grupo, em sua revisão publicada em 1998 declarou: “Devido aos claros benefícios e nenhum risco conhecido associado ao apoio intra-parto, todos os esforços devem ser feitos para assegurar que todas as mulheres em trabalho de parto recebam apoio, não apenas de pessoas próximas, mas também de acompanhantes especialmente treinadas. Este apoio deve incluir presença constante, fornecimento de conforto e encorajamento.”

Sendo assim, solicitamos aos nossos governantes que criem e façam valer uma lei federal que permita a presença da Doula durante todo trabalho de parto, parto e pós parto, se assim for desejo da gestante, em qualquer hospital, seja esse público ou privado em nosso país.

 

Os signatários

 

http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=doulabra

 

Em dezembro me formei doula: como estou feliz!

Doulas formadas pela Casa Moara – 1a turma, dezembro de 2012

por Marina Farkas Bitelman

 

A parte teórica da formação foi dada por profissionais maravilhosos: Cláudia Xavier, Drika Cerqueira, Dr. Jorge Kuhn, Esmerinda Cavalcante (Mema), Daniela Andretto, Márcia Koiffman, Priscila Cavalcanti, Katia Barga, Marcelly Ribeiro,  Miriam Zanetti, Rachel Francischi, com os quais aprendi sobre a fisiologia do trabalho de parto e parto, métodos de alívio da dor, aspectos emocionais da gestação, parto e pós-parto, exercícios de yoga, massagem, o períneo, nutrição, amamentação, a humanização do nascimento e do parto, a luta política pela humanização no Brasil e no mundo, entre outros.

 

Em seguida, acompanhei 5 mulheres em seus trabalhos de parto e assisti 3 bebês nascerem: foi forte, mágico, emocionante.  Esse foi meu estágio prático do I Curso de Formação de Doulas da Casa Moara, em um hospital e maternidade público na Zona Leste de São Paulo. Estas mulheres não sabiam que uma (duas!) doula poderia acompanha-las, não pediram, sequer sabiam o que faz uma doula. Uma delas não queria ninguém muito perto (nem o marido), mas as outras 4 puderam aproveitar bastante do conforto que uma doula dá: massagens durante as contrações, sugestão de posições para ter menos dor e o bebê vir mais rápido ao mundo, encorajamento quando parece que não dá para aguentar mais, estar simplesmente ao lado testemunhando este momento muito importante, validando os sentimentos e as sensações que ela está sentindo, lembrando de andar, comer, respirar, se entregar.

 

Se entregar para parir, partir-se em dois: mulher e bebê. Parece que vai se quebrar, mas depois saem fortes: Mãe e Bebê.

A doula está lá para lembrar de tudo isso, para que os partos demorem menos, tenham menos dor, precisem de menos anestesia e outras intervenções.

 

Agora que me formei doula, pela Casa Moara, sinto que estou completando ainda mais meu trabalho:

 

Grupo de Gestantes, com preparação para o parto e pós-parto

Doula antes, durante e depois do parto,

Doula pós-parto,

Grupo de Mães com Bebês.

 

O ciclo se completando.

 

Acompanhar partos é mágico, me sinto realizada ao lado de uma mulher em trabalho de parto.

Viva!